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sexta-feira, 29 de abril de 2016

A FORÇA DO CRISTIANISMO

Precisamos reaprender o sentido do sacrifício do Cordeiro
A força do cristianismo não se mede pela proximidade que os cristãos tem da mesa do palácio nem pela quantidade de votos que tem no sinédrio, mas na capacidade de perdoar, amar e ajudar aos inimigo, aos ofensores e aos pecadores. O que passa disso é pirotecnia de opressores travestidos de cristão que buscam apenas o poder temporal.
É aí que descobri que muitos de nós estamos longe, muito longe de sermos verdadeiros cristãos, pois a força do cristão é fruto da sua aliança com o Senhor e nada mais do que isto.
Salienta-se ainda, que o poder de tal família, o poder do cifrão, o poder do diploma, o poder do voto, o poder da caneta ou o poder jurisdicional não podem refletir o poder de Deus porque este último se aperfeiçoa na fraqueza.
Tudo isso me faz refletir que a única vez que o Cristo pegou o chicote foi justamente no templo onde a simonia e o comércio havia tomado lugar da adoração e os sacerdotes fizeram-se mais amigos de "César" do que amigos de Deus.
Tal como naquele tempo precisamos reaprender o sentido do sacrifício do Cordeiro afim de não perdermos tempo discutindo no sinédrio aquilo que Deus já determinou numa instância superior.