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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

SONETO BREVE


Se a paz escapa pelos vãos dos dedos
E o tumulto sórdido invade o "ser"
Se na mente fértil a solidão e os medos
Atormenta a alma e turva o viver

Se os amigos somem como poeira ao léu
E a riqueza mórbida já não tem valor
Se o pecado e o rancor fecham o céu
E no coração já não tem mais amor

É hora de retomar ao que se perdeu
Buscar a "PAZ" que acalenta ao "eu"
E clamar ao "FORTE" que protege ao "ser"

É hora de renunciar o que nunca teve
E em versos tênue de um soneto breve
Louvar "A VIDA" e voltar a viver

J.Jose Gildasio
Primavera/2015